Assopre o pensamento triste, deixe escorrer a última lagrima, conte até vinte. Abra então a janela, aquela que dá para o vôo dos pardais, procure a luz que pisca lá na frente (evite as sombras que ficaram lá pra trás).
Ao encontra-lá, coloque-a dentro do peito de tal jeito, que possa ser notada do lado de fora; acrescente agora uma pitada de poesia, do tipo que passa por nós todos os dias e nem sequer consegue ser notada;
Aumente o brilho, com toda a intensidade de que um sorriso é capaz. A felicidade é o seu limite, e o paraiso é você mesmo quem faz...